Não Seja uma Presa Fácil | Ricardo Pollack

Em 5 semanas, sua empresa para de aceitar a primeira proposta do banco em qualquer operação.

Assista à aula e conheça o “banquês”: a língua que se fala do outro lado da mesa, e que decide o custo de cada contrato da sua empresa.

Uma empresa estava prestes a fechar.

As parcelas dos empréstimos, somadas aos juros e às despesas operacionais, eram maiores que o faturamento mensal.

Não tinha capital de giro. Não tinha caixa. Não tinha como pagar a folha do mês seguinte.

24 meses depois, essa mesma empresa não tem dívida bancária. Tem capital de giro próprio. E paga as contas com sobra.

Sem trocar de banco. Sem advogado. Sem recuperação judicial.

A única coisa que mudou foi a maneira como o gestor financeiro decidia operações bancárias.


Você acabou de assistir a aula.

Você entendeu por que mais de 90% das taxas que os gerentes informam não correspondem à taxa efetiva.

Você viu como uma proposta bancária esconde o custo real dentro de um vocabulário que parece técnico, mas é projetado pra te manter confiando em vez de calculando.

Você percebeu que o problema da sua empresa com banco nunca foi falta de relacionamento.

Foi falta de tradução.

E você está aqui porque entendeu uma coisa desconfortável:

Se você ou seu gestor financeiro não falam “banquês”, todo contrato bancário da sua empresa está sendo decidido com informação parcial.

Nossa solução é sobre o que fazer com isso.

Antes de qualquer coisa

Três avisos honestos

1Este programa não é sobre brigar com banco.

Não é sobre processar gerente, reclamar no Bacen ou trocar de instituição cada vez que a taxa sobe.

É sobre algo muito mais simples e mais poderoso: chegar na mesa de negociação sabendo exatamente o mesmo que o outro lado sabe.

Quando isso acontece, a conversa muda. As taxas mudam. As condições mudam. O gerente continua sendo um bom profissional. Ele só passa a te oferecer o que oferece para quem entende, e não o que oferece para quem apenas confia.

Todo banco tem uma segunda proposta, melhor que a da mesa. Ela não está em nenhum documento: aparece na conversa, quando o gerente percebe que o cliente do outro lado fala a mesma língua que ele. É isso que você nunca viu.


2Isso não é curso teórico.

Não é Macroeconomia. Não é “Sistema Financeiro Nacional para Iniciantes”. É operacional, é prático. A vida como ela é.

É o que você faz na próxima reunião com o gerente, no próximo contrato de capital de giro, na próxima negociação, na próxima aplicação financeira.


3Se você quer prosseguir conosco, segue um alerta.

Não propomos um curso de “educação financeira”. É um manual prático e objetivo para você ter resultados e parar de perder dinheiro.

Quatro casos reais

Um programa que opera em 4 dimensões

Vamos olhar uma de cada vez.

Aula é uma coisa. Você assistiu e entendeu o conceito.

Agora vamos te mostrar, com casos reais, o que esse programa faz, na prática, dentro de uma empresa.

Vamos te dar quatro casos. Cada um demonstra uma competência diferente que o programa oferece. Todos são casos reais, com detalhes e dados sensíveis preservados. Todos aconteceram em minha consultoria de 25 anos.

Lê os quatro com calma. Cada um, sozinho, paga o programa muitas vezes.

Caso 1 · Dívida e fluxo de caixa

A empresa que ia fechar saiu da espiral de dívidas em uma única operação bancária

Empresa do setor industrial. Faturamento médio.

Quando o dono me chamou, a situação era a seguinte: as parcelas dos empréstimos ativos, somadas aos juros mensais, somadas às despesas operacionais da empresa, eram maiores que o faturamento mensal.

Em linguagem clara: a empresa estava perdendo dinheiro todo mês, e o caixa só não tinha quebrado ainda porque o dono estava raspando reserva pessoal pra cobrir folha.

A solução óbvia (e errada) seria pegar mais um empréstimo pra quitar um dos empréstimos existentes. Eu não fiz isso. Em vez disso, fiz o seguinte:

Contratei um novo empréstimo com período de carência.

Mas, e aqui está a diferença, em vez de usar esse empréstimo pra quitar uma dívida, usei pra quitar 12 parcelas de todas as dívidas ativas.

O efeito imediato: durante 12 meses, a empresa não pagou parcela de nenhum empréstimo. Só pagava as despesas operacionais.

Resultado:

  • A empresa saiu da espiral.
  • Passou a pagar menos do que recebia.
  • Saiu do “modo apaga-incêndio”.
  • O gestor financeiro saiu do operacional e voltou a pensar estrategicamente.
  • A empresa começou a gerar sobra de caixa.
  • 12 meses depois, tinha caixa pra quitar mais um ano de dívida.
  • Hoje, a empresa não tem mais dívida bancária. Tem capital de giro próprio. E paga as contas com sobra.

O que esse caso demonstra

A diferença entre uma empresa que sobrevive e uma que fecha, em situação de stress de caixa, não é o tamanho da dívida. É como você estrutura o pagamento dela.

Saber que existe a possibilidade de contratar empréstimo com carência e usar a carência pra quitar parcelas, e não pra quitar dívidas, é uma decisão de engenharia financeira que nenhum gerente vai te sugerir. Porque do ponto de vista do banco, essa operação rende menos do que rolar a dívida normalmente.

Mas do ponto de vista da empresa, é a diferença entre fechar e crescer.

Caso 2 · Excedente de caixa

Uma aplicação automática que custava R$ 130 mil por ano

Empresa do setor de serviços. Saudável. Excedente de caixa de R$ 1.145.000 em conta corrente.

O gerente, querendo ajudar (e ele realmente queria), propôs uma aplicação ao gestor financeiro. O argumento foi simples: “muita comodidade, todo o valor que sobra do caixa, fica aplicado em uma aplicação automática, e quando você precisa do dinheiro, o resgate é automático.”

O gestor financeiro aceitou. Pareceu razoável.

Onde está a pegadinha?

16% do CDIaplicação automática
99% do CDICDB na mesma instituição

A aplicação automática rende 16% do CDI. Na mesma instituição, com o mesmo perfil de risco e a mesma liquidez automática, existe um CDB que rende 99% do CDI.

Quando eu cheguei, perguntei ao gerente diretamente:

“Por que você não ofereceu o CDB de 99% do CDI ao invés da aplicação automática?”

A resposta dele, em texto direto: “O gestor não tinha solicitado.”

Não tinha solicitado porque não sabia que o produto existia. Não sabia que o produto existia porque o produto não está no balcão. Está disponível, mas só aparece quando o cliente pede pelo nome.

A diferença de rendimento, com R$ 1.145.000 aplicados ao longo de 12 meses, ao CDI atual: mais de R$ 130 mil por ano em rendimento que estava sendo perdido.

Não porque o gerente foi desonesto. Porque o gestor não sabia perguntar.

O que esse caso demonstra

Pra quem tem caixa, a perda silenciosa não está só nos empréstimos. Está nas aplicações.

A maioria das instituições financeiras têm duas ou três tabelas paralelas de produtos de aplicação, com rentabilidades muito diferentes pro mesmo perfil de risco. A tabela de balcão (aplicação automática, fundos do banco) é a que rende menos e gera mais receita pro banco. A tabela “sob demanda” (CDBs específicos, LCAs, LCIs negociadas) é a que rende mais, e aparece só pra quem pede.

Quem não fala banquês fica na primeira tabela. Quem fala, escolhe.

Caso 3 · Consórcio e aquisição patrimonial

Um consórcio que saiu mais caro que empréstimo

Empresa em fase de expansão. Decidiu fazer um consórcio pra adquirir um bem.

O vendedor do consórcio da instituição financeira apresentou uma proposta com 72% de lance. Em linguagem clara: o cliente seria contemplado com a carta de crédito, porém ele recebeu 28% da carta de crédito e pagou a taxa de administração sobre 100% da carta de crédito, ou seja, a taxa seria calculada sobre o valor total da carta, não sobre o que ele efetivamente recebeu.

Resultado, quando você faz a conta de verdade:

  • O cliente recebeu, líquido, apenas 28% do valor da carta
  • Pagou taxa de administração sobre 100% do valor
  • A operação ficou, em base anualizada, mais cara que um empréstimo bancário comum

Quando me chamaram, o consórcio já estava contratado. Não tinha como desfazer sem perda maior. Mas pude orientar o que fazer dali pra frente.

A diferença entre consórcio de prateleira (o que o gerente oferece pra bater meta) e consórcio estruturado (o que faz sentido pra empresa) está em quatro variáveis específicas:

  • Taxa de administração e fundo de reserva com percentuais baixos
  • Estudo de grupos com lances historicamente baixos
  • Número de contemplados atrativo no grupo
  • Análise da curva de contemplação ao longo do ciclo

Consórcio é, na verdade, uma ótima ferramenta de aquisição de bem e aumento patrimonial, quando estruturado. Mas o que está disponível no balcão é, em 90% dos casos, o consórcio que serve pro gerente bater meta. Não o que serve pra empresa.

Depois da orientação, essa empresa nunca mais comprou consórcio sem fazer a análise das 4 variáveis acima. E os próximos consórcios da empresa foram estruturados, não de prateleira.

O que esse caso demonstra

Consórcio é um dos produtos mais incompreendidos do mercado financeiro brasileiro. A maioria dos empresários acha que tá “fugindo de juro” comprando consórcio.

Em muitos casos, está pagando juro disfarçado de taxa de administração. E pagando mais do que pagaria em empréstimo direto.

Saber a diferença entre os dois tipos de consórcio é a diferença entre uma decisão de aquisição patrimonial inteligente e uma armadilha de longo prazo.

Caso 4 · Negociação de dívida

Uma dívida de R$ 420 mil que virou R$ 70 mil à vista

Empresa do setor comercial. Já estava inadimplente.

O dono tinha praticamente decidido vender patrimônio pessoal pra quitar a dívida.

Quando me chamou pra negociar, fiz a primeira coisa que ninguém faz: analisei a composição da dívida. Não o valor total. A composição.

O que eu encontrei:

  • Juros pagos acima do contratado
  • Tarifas que não tinham fundamento (cobradas indevidamente ao longo dos meses)
  • Aplicação irregular de capitalização composta sobre encargos
  • Uma “salada” de irregularidades acumuladas ao longo de anos

Iniciei a negociação com o banco. Não em tom de cliente pedindo desconto. Em tom de cliente que sabe o que está sendo cobrado e tem dois caminhos pra resolver isso.

Apresentei e comprovei os abusos no escritório do banco. Disse, com clareza:

“Eu prefiro resolver isso de forma amigável, aqui. Mas se a gente não chegar a um acordo nesta reunião, o próximo passo é levar essa documentação pro Banco Central pra avaliação. E se for pro jurídico, eu contrato um perito independente que vai calcular os estornos devidos pela instituição.”
R$ 420 mildívida inicial
R$ 70 milacordo à vista
R$ 350 milde economia em menos de uma semana

O que esse caso demonstra

A maioria dos empresários, quando o banco aperta, paga ou quebra. Pagam mais do que deviam ou correm pra recuperação judicial.

Existe um terceiro caminho que quase ninguém usa: negociar com pressão técnica documentada. Quando você chega na mesa com a composição da dívida auditada, e quando o gerente entende que do outro lado tem alguém que vai escalar pro Bacen ou contratar perito, o valor da negociação muda de patamar.

Isso não é truque. Não é blefe. É exercer o direito que toda empresa tem, mas que quase nenhuma exerce, porque ninguém ensinou.

O que esses quatro casos têm em comum

Olha de novo:

Caso 1Empresa em crise aguda, prestes a fechar
Caso 2Empresa saudável, com excedente de caixa
Caso 3Empresa em expansão, comprando ativo
Caso 4Empresa inadimplente, ia vender patrimônio

Quatro empresas em quatro fases completamente diferentes do ciclo de vida.

Quatro problemas que, à primeira vista, parecem não ter nada em comum.

E ainda assim, a solução pra cada um veio do mesmo lugar: saber falar a língua que do outro lado da mesa se fala.

Saber estruturar empréstimo com carência aplicada estrategicamente. Saber pedir o produto de aplicação pelo nome. Saber distinguir consórcio de prateleira de consórcio estruturado. Saber compor e auditar dívida ativa.

São quatro competências distintas. Quatro vocabulários distintos.

E nenhum deles é ensinado em curso de administração, contabilidade ou gestão financeira no Brasil.

Eles são ensinados dentro dos bancos. Pra quem trabalha nos bancos.

O que você sai sabendo fazer

E é exatamente isso que esse programa transfere pra você

Não é “como negociar taxa”.

É como operar com banco em todas as dimensões críticas que decidem o caixa da sua empresa.

Em relação a dívidas ativas

  • Auditar a composição de qualquer empréstimo da sua empresa
  • Identificar juros indevidos, tarifas indevidas, capitalizações irregulares
  • Estruturar reorganização de dívida usando carência estratégica (não rolagem)
  • Negociar com pressão técnica documentada, não com pedido

Em relação à contratação de crédito

  • Ler qualquer proposta em 5 minutos identificando o CET (Custo Efetivo Total) real
  • Calcular taxa efetiva sem depender do banco
  • Comparar modalidades (giro, antecipação, conta garantida, BNDES) tecnicamente
  • Saber qual modalidade serve pra qual problema, porque a maioria das empresas usa giro pra problema que pediria antecipação, e vice-versa. Existem linhas específicas para investimentos. Existem várias linhas de repasse do BNDES que têm a finalidade específica para investir, com juros baixos e carência.

Em relação ao excedente de caixa

  • Identificar quando seu dinheiro está rendendo abaixo do mercado
  • Pedir produtos de aplicação pelo nome (CDB de liquidez, LCAs negociadas etc.)
  • Avaliar fundos pela composição da carteira, não pela rentabilidade declarada
  • Distinguir crédito público de crédito privado em qualquer aplicação que você fizer

Em relação a consórcios e aquisição patrimonial

  • Distinguir consórcio de prateleira de consórcio estruturado
  • Calcular a taxa de administração efetiva sobre o líquido recebido
  • Avaliar o histórico de contemplação de qualquer grupo antes de entrar
  • Decidir quando consórcio faz sentido e quando empréstimo é melhor

Em relação à reunião com o gerente

  • Negociar com argumento técnico, não com pedido
  • Saber as perguntas que mudam a tabela que o gerente vai oferecer
  • Identificar quando o banco está negociando do lado dele ou do seu
Formato

Como o programa funciona

🎥

5 aulas ao vivo comigo, terças-feiras às 20h

Você traz a situação real da sua empresa: uma proposta que chegou, uma operação ativa que tem dúvida, uma reunião que vai acontecer, e a gente resolve ao vivo.

▶️

12 módulos gravados na área de membros

Você assiste no horário que conseguir. Acesso por 6 meses, tempo pra revisitar quando aparecer operação nova.

📊

Planilha de Cálculos Financeiros sem complicação

A mesma que eu uso em consultoria. CET, taxa efetiva, comparativo de propostas, simulação de antecipação, cálculo de consórcio (taxa real sobre líquido), análise de aplicações. Pronta pra abrir e usar.

📘

Material didático completo da mentoria

Modelos de proposta comentados, checklist de pré-assinatura, Glossário do Banquês, argumentário de negociação técnica.

💬

Suporte por WhatsApp e e-mail entre as aulas

Durante toda a duração do programa (5 encontros).

Foto do Ricardo
Sobre quem está do outro lado

Ricardo Pollack

Sou Ricardo Pollack. 25 anos de consultoria financeira pra empresas de pequeno, médio e grande portes no Brasil. Não vendo curso de educação financeira. Faço consultoria caso a caso analisando contratos, auditando composição de dívida, identificando tarifas indevidas, treinando equipe financeira, sentando em reunião com banco quando é preciso.

Os quatro casos que você acabou de ler são quatro entre centenas que passaram pelo meu escritório.

Esse programa é a versão estruturada de tudo que eu faço em consultoria.

Criei este programa por uma razão simples: a maioria das empresas perde dinheiro por falta de conhecimento. Não por falta de trabalho, nem por falta de caixa. Por não saber o que está assinando. Então coloquei o método num formato que cabe no orçamento e na agenda de qualquer gestor.

Turma especial

O que você está recebendo, e o que está investindo

5 aulas ao vivo comigo (mentoria em grupo)R$ 4.500
12 módulos gravados, com 6 meses de acessoR$ 2.400
Planilha de Cálculos Financeiros (a mesma da consultoria)R$ 1.200
Material didático + Glossário do BanquêsR$ 800
Suporte por WhatsApp e e-mail durante o programaR$ 1.200
Valor total se fossem vendidos individualmenteR$ 10.100
Investimento no programa
R$ 4.997
Em 12 parcelas de R$ 416,42. Preço para 2 pessoas (R$ 2.498,50 por pessoa).
R$ 4.997 em 12 parcelas de R$ 416,42Preço para 2 pessoas · R$ 2.498,50 por pessoa 🔒 Pagamento seguro pela Hotmart
7dias

A garantia

7 dias depois da compra. Se entender que o programa não é para você, é só pedir o reembolso e devolvemos 100% do valor.

Pra quem é esse programa

  • Sua empresa tem operações ativas com banco (capital de giro, antecipação, financiamento, conta garantida)
  • Você assina contratos bancários com alguma frequência
  • Você ou seu gestor financeiro tomam decisões de aplicação de excedente de caixa
  • Você desconfia que paga mais do que precisa e rende menos do que poderia, mas não tem ferramenta pra provar

Pra quem NÃO é

  • Quem é resistente às mudanças. “Sempre foi assim e deve continuar.”
  • Quem não dá valor ao seu dinheiro, perde e depois recupera.
  • Quem prefere confiar do que entender.
  • Quem não foca no resultado como trilha do sucesso.

Por que agora

Não vou inventar urgência falsa. Mas existe uma realidade:

Enquanto você adia a decisão, as operações continuam acontecendo no nome da sua empresa.

  • Cada contrato assinado sem leitura técnica é uma operação que vai correr 12, 24, 36 e 48 meses no juro que você aceitou sem saber que era esse.
  • Cada aplicação automática é capital seu rendendo abaixo do que poderia render, todo mês.
  • Cada renegociação feita por confiança e não por argumento técnico é uma chance perdida de mudar a estrutura de custo da empresa.
  • Cada consórcio assinado sem análise das 4 variáveis pode estar custando mais que um empréstimo direto.

A acomodação tem custo silencioso. O custo só fica visível quando o caixa aperta. E aí, geralmente, já é tarde pra negociar.


Próximo passo

Se você chegou até aqui, você já decidiu.

Portanto, garanta sua vaga e vá para o checkout antes que a turma feche.

P.S. Uma observação que talvez seja a mais importante desta página inteira:

As quatro empresas que aparecem nos casos acima (a que ia fechar, a que perdia R$ 130 mil por ano em aplicação, a que comprou consórcio caro, a que ia vender patrimônio) nenhuma delas fez nada extraordinário pra resolver o problema.

Nenhuma trocou de banco.

Nenhuma contratou advogado.

Nenhuma fez barulho.

Cada uma só aprendeu a fazer perguntas diferentes nas próximas reuniões.

As perguntas estão no programa.

E o programa começa na próxima turma.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Como funcionam as aulas?

São 5 aulas ao vivo com o Ricardo, às terças-feiras, às 20h. Você traz a situação real da sua empresa e ela é trabalhada ao vivo. Além disso, há 12 módulos gravados na área de membros, com acesso por 6 meses.

E se eu não puder assistir a uma aula ao vivo?

Os 12 módulos gravados ficam disponíveis na área de membros por 6 meses, para você assistir no horário que conseguir.

Posso levar outra pessoa da empresa?

Sim. Você ganha um convidado: pode levar seu gestor financeiro, sócio ou contador.

Tenho suporte?

Sim, por WhatsApp e e-mail entre as aulas, durante toda a duração do programa (5 encontros).

Como faço o pagamento?

O pagamento é feito pela Hotmart: R$ 4.997 em 12 parcelas de R$ 416,42 no cartão de crédito, preço para 2 pessoas (R$ 2.498,50 por pessoa), ou via Pix. O acesso é enviado para o seu e-mail após a confirmação.

Isso é recomendação de investimento?

Não. O programa é educacional e prático: ensina a ler, calcular e negociar as operações bancárias da sua empresa. Não fazemos recomendação individual de investimentos.

Não Seja uma Presa Fácil · Ricardo Pollack

Os casos apresentados são reais, com dados sensíveis preservados. Resultados variam de empresa para empresa e dependem da situação de cada operação. Conteúdo educacional; não constitui recomendação individual de investimento.

Este site não é afiliado ao Facebook, Instagram, TikTok ou LinkedIn, nem é endossado por essas empresas.

Política de Privacidade · Termos de Uso

© 2026 Todos os direitos reservados.